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A história da alimentação

Atualizado: 2 de nov. de 2024

Matéria para o blog Maria Maria Soluções por Adriana Drapala



A fascinante história da alimentação desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje.

A reflexão sobre a importância do alimento nos acompanha desde o momento que começamos a desenvolver o nosso senso de ser, e o desejo de explicar e dar sentido para todas as coisas existentes ao nosso entorno.


Para Freud, o estômago era contemporâneo, funcional ao primeiro momento extrauterino e tinha a função de nos acompanhar por toda vida fisiológica como dominador, imperioso e inadiável.


Já os alemães correlacionavam o prazer de alimentar-se ao de fazer sexo, e as reflexões da época se diversificavam nas mais intrigantes conclusões, para eles o sexo era fêmea e o estômago macho, para Schiller a fome e o amor governavam o mundo, e a fome fazia cessar o amor para os gregos.


O alimento e a pré-história

Mas para entendermos como nossa espécie começou essa relação com o alimento, precisamos retirar do cenário todas essas analogias sociais e culturais, e vamos voltar ao homem pré-histórico.


À medida que o cérebro dos nossos ancestrais foram se desenvolvendo e aumentando de volume, proporcionalmente também, a necessidade de maior quantidade de energia para suprir um sistema nervoso cada vez mais insaciável.


Onívoros ou Carnívoros, eis a questão!

Mesmo representando apenas 2% do peso corpóreo, nosso cérebro consome cerca de 20% de toda energia que geramos, ou seja, nossos ancestrais tinham 2 alternativas, passar o dia todo na savana se expondo aos predadores para suprir essa carência, ou modificavam sua dieta, baseada em folhagem e frutas para uma mais calórica.


Sendo assim, carne, osso, medula das caças, a descoberta e o controle do fogo, assim como, o cozer da carne e dos vegetais, passaram a fazer parte do menu dos nossos chefes da pré-história.


Nos dias de hoje, nem todos animais e vegetais existentes na natureza estão presentes na gastronomia, cada cultura possui suas características e limitações, o impacto das proibições religiosas que existiam em cada época também modificaram costumes até então inflexíveis.


Beleza não se põe à mesa

Porém, é curioso e fascinante observar como algumas tradições, paladares e apreciação de uma determinada região do planeta causam arrepios e depreciação em outras, só de ouvir falar!


Como por exemplo: a mesma paixão que um ocidental tem por camarões, os africanos têm por gafanhotos assados e polvilhados com sal, ou ainda, o consumo de carne pútrida ou semidecomposta, muito apreciada pelos franceses, esquimós e africanos.


Enfim, este tema além de curioso é inesgotável e ao abordá-lo contamos também a história da evolução da humanidade, não é mesmo?


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Referências




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Estrategista Inbound | Redatora | Mídias Digitais

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